"QUANDO A MORTE CONTA UMA HISTÓRIA, VOCÊ DEVE PARAR PARA OUVI-LA." ?
Foi essa frase que me fez desejar ler esta história.
Liesel Meminger. Esse é o nome da menina "ladra". Uma pequena com sede de conhecimento, que não mede esforços para conseguir o que deseja. É um livro envolvente. Para os mais "preguiçosos", suas quase 500 páginas assustam, chegando mesmo a desencorajar alguns. Mas os que encaram o desafio da leitura, tenho certeza que não se arrependem da empreitada. De maneira inteligente, "a morte" narra a história de Liesel e daqueles que a cercam, como alguém que tem muita intimidade com ela. É uma história que mexe tanto com a imaginação, que gostaria de ver transformada em filme, para saber como os outros enxergam essa pequena e todas as coisas pelas quais passa. A leitura te dá essa possibilidade: cada leitor cria a sua própria "roubadora de livros", mas fica a curiosidade de saber como os outros a vislumbram. Enquanto o filme não vem, fica também o desejo de que possam existir muitas Liesel mundo afora (principalmente aqui no Brasil), com o desejo de ler e sugar cada palavra como sendo um bálsamo salvador para suas vidas.
Mas essa é daquelas que comemoramos com prazer! É muito bom celebrarmos a amizade! É muito melhor sabermos que temos amigos, pessoas especiais com quem podemos contar!
Deixo aqui uma história de amizade que me tocou profundamente! Me fez pensar em até onde vou pelos meus amigos e até onde eles são capazes de irem por mim...
DOAÇÃO DE SANGUE
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
Várias crianças tiveram morte instantânea. As demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave.
Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sangüíneo, mas, infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível. Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram o que estava acontecendo.
A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o tipo sangüíneo dos poucos candidatos que restaram, constataram que somente um menino estava em condições de socorrê-la.
Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado.
Passados alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntar a ele se estava doendo.
Ele respondei que não. Porém, não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.
O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando:
- Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
- Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?
- Porque ela é minha amiga!
[Fato relatado como verídico]
QUE A NOSSA AMIZADE SEJA NÃO FINGIDA E QUE CHEGUEMOS A SER COMO CRIANÇAS, SINGELAS E SINCERAS COM AQUELES A QUEM AMAMOS!
E foi dada a largada para mais uma corrida rumo ao poder! Para ocupar o "pódio", três principais candidatos, três partidos diferentes, mas... nada de novo para oferecer!
É impressionante como a cada nova eleição, as mesmas caras aparecem na TV, as mesmas vozes no rádio, as mesmas promessas de que tudo será melhor se ELE(A) fôr eleito(a) e o povo?!? Esse acredita e vota e coloca no poder quem promete um "novo jeito de governar", mas quando chega lá, nada muda e o "novo jeito" transforma-se em mesmices...
E o tal QUARTO PODER induz o povo a escolher aquele que lhes interessa, usando seus artifícios para seduzir o eleitor.
PERGUNTA: Por que a mídia não usa o seu poder para abrir os olhos do povo com relação ao poder que ele tem com o voto?
Ética, respeito, honestidade...
Certa vez, ouvi uma frase que ficou gravada na memória: "Ou você é político ou você é honesto. As duas coisas juntas, não coexistem."
Quisera fosse uma frase irreal e que existisse um junto com o outro e o nosso país pudesse acreditar que a corrupção realmente será "coisa do passado", como sempre apregoam, mas não vivem...
Esse vídeo expressa um pouco daquilo que quero dizer no item cinco desta postagem.
Tenho "viajado" nos últimos dias em alguns "POR QUÊS" que são difíceis para eu compreender...
Talvez a psicolologia consiga explicá-los, mas não eu na minha santa ignorância!
Leiga que sou nos assuntos, o que coloco são meras suposições de alguém que tenta entender o "ininteligível".
Às vezes, algumas questões me afligem e angustiam e eu gostaria de poder mudá-las para que o mundo fosse melhor e menos complicado...
1- "POR QUE" algumas pessoas insistem em ser "perfeitas", encontrando defeitos em tudo e em todos, mas nunca se auto-avaliando?
2- "POR QUE" é tão fácil rir do outro, fazendo dele a sua melhor piada, esquecendo que, assim como você, ele é um ser que SENTE e se entristece?
3- "POR QUE" ser alguém com princípios diferentes dos do mundo atual incomoda tanto, como se o "anormal" fosse "normal" e vice-versa?
4- "POR QUE" nunca se quer ouvir o outro, mas sempre se deseja ser ouvido, fazendo parecer que os problemas alheios são "frescuras" de gente mimada, mas os SEUS são extremos e, por essa razão, todos em volta devem participar e condoer-se deles?
5- "POR QUE" a vida parece ser sempre feita de despedidas, mesmo quando apenas acabamos de conhecer alguém ou de chegar a algum lugar?
Parece loucura? Às vezes penso que sim... Mas essas coisas me afligem e sei que um pouco mais de sensibilidade poderia fazê-las melhor ou mais amenas...
Agora, MINHAS suposições:
1-É mais fácil achar que só o outro está errado, quando na verdade o erro pode estar mais em mim do que no outro.
2-"Defeitos" ou deficiências só os outros têm. Parece que a perfeição foi feita só para você e para quem você considera importante. Os outros mortais merecem suas gargalhadas, afinal é o mínimo que um ser superior pode oferecer aos inferiores ( mas será que não é o contrário? "Rirei primeiro, antes que ele encontre um motivo para rir de mim"?)
3- "A minha vida é ideal! Todos devem pensar como eu penso! Sou a pessoa mais legal, inteligente, perfeita e feliz do mundo!" Logo, viver diferente é inadimissível! (Isso não é desrespeitar o direito do outro? Existe algo que se chama Livre Arbítrio e cada um o usa como quer.)
4- Novamente, acho que é egocentrismo. Tudo que diz respeito a MIM é importante. O resto, é só resto.
5- Isso é mais complicado... Não sei se vou conseguir exprimir, mas vamos lá!
Por vezes, pensamos que uma amizade vai durar sempre, que sempre teremos a pessoa por perto. Mas isso não é assim. Num breve instante, a vemos indo embora, de várias formas. E o "para sempre" transforma-se em "nunca mais" ou "talvez algum dia", por acaso. Às vezes, por um mero acaso, até recebemos alguma notícia ao seu respeito, mas nada além disso. O elo é quebrado e o encontro vira despedida. Quantas pessoas conhecemos ao longo de nossas vidas? Quantas delas permanecem por todo o resto?
Passamos a vida em lugares diferentes, seja porque mudamos muito ou porque viajamos demais ou qualquer outro motivo. Por vezes, sentimos saudades de algum cantinho que ficou lá no passado, que nos traz alguma boa recordação, mas ele também se foi e não volta...